Como pedestres podem acionar o seguro DPVAT?

Os acidentes de trânsito são uma situação recorrente em todos os estado, e acaba causando, além de danos físicos, despesas médicas e incapacitação temporária para o serviço aos envolvidos. Mas um seguro que pode auxiliar as pessoas que acabaram se envolvendo em um acidente de trânsito é o DPVAT.

Se você está em uma situação como esta, saiba a seguir como pedestres podem acionar o seguro DPVAT.

O que é o DPVAT?

O DPVAT corresponde ao Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres e é de pagamento obrigatório para todos os proprietários de veículos.

Em caso de acidente de trânsito, esse imposto promete indenizar os envolvidos pelos danos físicos, despesas médicas e danos materiais. Este, não depende o seguro articular do seu veículo.

Qual o valor do DPVAT?

Tanto o valor de pagamento do imposto como o de recebimento irá depender da região que você mora. Geralmente, estes impostos obrigatório são diferentes para cada estado e também podem sofrer mudanças de ano para ano. Quem quer conferir valor seguro DPVAT deve estar atento às informações do Detran de sua região. Confira:

Quem tem direito?

Muitas pessoas acreditam que, pelo fato dos proprietários de veículo serem obrigados a pagar o seguro do DPVAT, só eles terão direitos a ser ressarcidos pelos danos de um acidente trânsito. Bem, na verdade, qualquer pessoa envolvida em uma situação no trânsito poderá ser indenizada pelo seguro.

Independente da causa ou do causador, quem saiu prejudicado pelo acidente, seja o motorista, o passageiro ou o pedestre, poderá ser ressarcido pela inconveniência se solicitar o auxílio.

Como acionar?

Para quem se envolveu em um acidente de trânsito, deve saber como acionar o seguro e ser ressarcido. Dar entrada neste processo é gratuito e se comprovada a veracidade dos documentos necessários, o pagamento pode ser realizado em até 30 dias direto na sua conta. Para tanto, será preciso que você se dirija a um  posto de atendimento as seguradora líder, portanto:

  • Boletim de ocorrência policial;
  • CPF original;
  • Identidade original, CNH, carteira de trabalho ou certidão de nascimento;
  • Comprovante de residência;
  • Boletins médicos, no caso de despensa médica;
  • Laudo de Exame emitido pelo IML, em caso de morte de parentes;
  • Laudo médico comprovando invalidez permanente, no caso de indenização por invalidez;

Depois de dar entrada no seguro, deverá aguardar a análise e acompanhar a sua situação até o pagamento do valor em questão.




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